O cenário tributário brasileiro sofre uma mudança drástica que exige atenção imediata. A partir de 1º de abril, entram em vigor as novas normas do PIS e Cofins 2026. Esta alteração, estabelecida pela Lei Complementar nº 224/2025, encerra a era da “alíquota zero” para diversos setores da economia.
Dessa forma, empresas que antes eram isentas passarão a recolher uma parcela tributária obrigatória. Para entender como isso afeta sua operação, continue lendo este guia da Vereda Contabilidade Consultiva.
O que muda com a atualização tributária de abril?
Até o momento, muitos contribuintes usufruíam de isenção plena. No entanto, o novo conjunto normativo determina que o pagamento passará a ser de 10% da alíquota padrão vigente.
Além disso, essa regra é válida tanto para o mercado interno quanto para importações. Consequentemente, o custo de entrada de insumos será maior, exigindo uma revisão imediata do seu Planejamento Tributário.
Impacto nos Regimes de Apuração do PIS e Cofins 2026
A aplicação da nova carga tributária respeita a natureza do regime da empresa:
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Regime Não Cumulativo (Lucro Real): Embora permita créditos, a base de cálculo é maior. Por isso, as regras do PIS e Cofins 2026 podem gerar um desembolso significativo no fluxo de caixa.
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Regime Cumulativo (Lucro Presumido): Nesse caso, o imposto incide sobre o faturamento bruto. Portanto, o aumento de custo é direto e afeta a competitividade no preço final.
Para detalhes técnicos sobre a legislação, você pode consultar o texto da Lei Complementar 224 no portal oficial.
Como preparar sua empresa para a desoneração parcial?

Diante desse cenário, o tempo para adaptação é curto. A conformidade fiscal é o único caminho para evitar multas da Receita Federal. Dessa maneira, a gestão do PIS e Cofins 2026 exige um suporte contábil estratégico.
Diagnóstico e Compliance Tecnológico
Primeiramente, é vital realizar um diagnóstico de impacto financeiro. Além disso, sua empresa deve focar em:
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Atualização de ERP: Parametrizar as alíquotas residuais nos sistemas.
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Revisão de Margens: Ajustar a precificação considerando a nova carga do PIS e Cofins 2026.
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Gestão de Estoques: Antecipar compras ou revisar custos de importação.
Afinal, qualquer erro na transição sistêmica antes de 1º de abril pode resultar em retenção de mercadorias ou passivos fiscais desnecessários.
Conclusão: Aja agora para proteger seu lucro
Em resumo, as novas diretrizes do PIS e Cofins 2026 representam um novo paradigma de arrecadação federal. Portanto, se sua empresa operava com alíquota zero, a inércia pode custar caro à sua margem de lucro.
Na Vereda Contabilidade Consultiva, unimos tecnologia e estratégia para garantir que sua transição seja segura e eficiente.
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